Olá adoradores de farofa! Estreia! Estreia! Dito isso, vamos ao que interessa.
O mundo após o 11/09 realmente não será o mesmo. Não me refiro ao trágico e cataclísmico 11 de setembro de 2001, mas à ontem mesmo. Afinal hoje o mundo acordou com a seguinte notícia: gatinhos fluorescentes podem carregar a cura para a SIDA. SIDA, pra quem ainda não se tocou, significa Síndrome da Imunodeficiência Adquirida, ou como ficou conhecida mundo afora AIDS (Acquired Immuno Deficiency Syndrome). E é isso mesmo! Essas belezinhas brilhantes, que parecem saídas de um desenho de Pokémon, carregam uma proteína que seria a chave da resistência de alguns macacos à este terrível vírus.
Mas como aconteceu? Você se pergunta – isso se ainda não arrumou algo melhor para fazer e continua lendo isto.
Muito simples – pelo menos parece na explicação.
Os cientistas da equipe da Mayo Clinic, nos Estados Unidos, alteraram duplamente o genoma destes felinos. Primeiro introduziram a proteína antiAIDS extraída destes macacos, e depois adicionaram uma proteína verde fluorescente, extraída das águas-vivas. Essa segunda proteína vai servir para monitorar a primeira. Assim, quando expostos à luz ultravioleta, eles brilham, mostrando que a proteína que protege contra a FIV (Feline Immunodeficiency Virus) está sendo produzida. O FIV é a versão felina do HIV (Human immunodeficiency Virus).

Mas essa pesquisa, por si só já tão importante, não carrega somente a esperança de cura para esta doença que foi o grande mal do final século XX. Outras grandes questões também já se apresentam. Será que não é possível, então, alterar o genoma dos humanos com proteínas regenerativas das salamandras e proteínas amarelas dos canários (eu disse CANÁRIOS, não gatinhos fluorescentes) e acabar com o mal do eunuquismo?
Já vejo o Frank Miller segurando um cartaz durante os jogos da seleção, dizendo: EU JÁ SABIA!
E tenha uma boa segunda feira.






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